Mannaz - A runa sobre você

Saiba quem você é para depois buscar as respostas no lugar certo.

Mannaz art

Você se conhece? Você conhece seus porquês? E seus medos e talentos?

Muita gente traduz Mannaz como o eu superior ou o gestalt. Não que não seja, mas, antes disso, ela significa a pessoa enquanto indivíduo. Você é um indivíduo e esse indivíduo só é único porque tem experiências e motivos únicos. Por isso Mannaz te pergunta: Quem é você? O quê é você?

Mannaz é mais uma daquelas runas onde. quando surgir na leitura, cabe a pessoa que está lendo perguntar algo a mais para o consulente acerca de assuntos que estarão em runas ao redor. Mas já deixo uma dica: Mannaz só aparece quando a pessoa não faz ideia de quem ou o que ela mesma é. E a presença dela é exatamente para o consulente entender que, antes de obter as respostas que julga importante, ele deve se voltar para si mesmo/a e entender que as respostas as suas questões então dentro dela mesma. Ou mais profundo ainda, que a resposta é ela mesma.

Runa Mannaz Levando esse conceito para os nórdicos antigos, lembramos que enquanto tribo cada pessoa tinha uma função ali dentro. E se você não soubesse quem você era ou o que você era, talvez você não fosse tão bem aceito ali. Lembrem-se: uma tribo é um organismo vivo, cada um tem sua função para esse organismo continuar funcionando e quando você não se encaixa todo o organismo sofre. Agora pensa numa sociedade tribal onde um indivíduo não se encaixava nunca e com isso todo o funcionamento da tribo ficasse comprometida e chegasse o rigor do inverno? Daí a importância por essa identidade dentro de um meio.

Mannaz é essa importância. É essa necessidade latente de identidade que cada indivíduo tem e como isso afeta seu meio.

Principais significados: Eu enquanto indivíduo. Eu enquanto resposta. Eu enquanto membro consciente dentro de um meio.

Conselhos: Pare tudo e se volte para si. A correria do cotidiano nos deixa absortos sobre nós mesmo, gaste tempo em reafirmar quem e o que você é para si mesmo/a

Mannaz invertida: Não é a ausência do eu. Nem é a necessidade desesperada de auto descoberta. Antes, é a descentralização do seu foco. A necessidade de enxergar o mundo ao seu redor pelo ponto de vista do mundo e não apenas do seu próprio.


Ansuz
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