quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O Tarot e a Jornada do Louco

Hoje vamos começar nosso primeiro estudo sobre o Tarot. Muitos conhecem o Tarot e algumas cartas mais comuns, mas não têm total conhecimento do que essas cartas realmente significam e o seu sentido dentro da mensagem que o oráculo quer transmitir.

Como alguns sabem, o Tarot é composto por 78 cartas, composto por duas seções, os arcanos maiores e os menores. A palavra arcano vem do latim arcanum, que significa "segredos profundos", e para os alquimistas da idade média, o arcano era o segredo da natureza, do que ela tinha a nos contar. Assim, as cartas de Tarot podem ser tidas como uma coleção de segredos que que põe à mostra e explicam nosso universo.

Os 22 arcanos maiores são o coração do Tarot. Cada uma dessas cartas simboliza algum aspecto universal da experiência humana, pois estes representam arquétipos da psique - padrões de comportamentos e influências que são a base do desenvolvimento humano e inerentes à sua natureza.




A Jornada do Louco

A Jornada do Louco é uma metáfora para a jornada do ser humano pela vida. Cada arcano maior representa um estágio nessa jornada - uma experiência que a pessoa precisa passar para alcançar o seu nirvana pessoal. Cada um dos 22 passos têm em suas descrições palavras-chave relacionadas com cada um dos arcanos maiores, e o número do arcano maior estará entre parêntesis.

O Louco (0)

Nós começamos nossa jornada pela carta do Louco, uma carta que indica começos. O Louco representa a cada um de nós no início da nossa jornada da vida. Ele é um louco (ou tolo) porque somente alma simples têm a fé inocente para empreender tal jornada, com todos os seus perigos e sofrimentos.

No início dessa viagem, o Louco é um recém-nascido - puro, espontâneo, aberto às possibilidades. Na figura da carta do Louco há uma pessoa com os braços abertos e a cabeça erguida. Ele está pronto para abraçar o que quer que venha em seu caminho, mas ao mesmo tempo ele está alheio ao precipício no qual ele está parado, pronto para cruzá-lo. O Louco não têm consciência das dificuldades que enfrentará quando se aventurar a aprender as lições que o mundo têm a lhe ensinar.

Outra coisa, o Louco está deslocado em relação aos outros arcanos. O número zero é um número incomum, principalmente para a época que o jogo foi descoberto. Essencialmente, o Louco repousa entre o positivo (o mundo das realidades, o futuro, etc) e o negativo (o mundo das impossibilidades, o passado, etc). Ao nascer, o Louco está no meio de seu universo individual. Ele é estranhamente vazio (como o zero), mas imbuído de um desejo de ir adiante e aprender. Este empreendimento pode parecer loucura, mas será que é mesmo?

O Mago (1) e a Grande Sacerdotisa (2)

Ao sair pelo mundo, o tolo encontra imediatamente o Mago e a Grande Sacerdotisa - as grandes forças de equilíbrio que compõem o mundo como o percebemos. É uma característica do universo material que assim que nós nomeamos algum aspecto da experiência, nós automaticamente evocamos seu oposto.

O Mago é o lado positivo. Ele representa o poder ativo, masculino, do impulso criativo. Ele é também nossa consciente percepção do mundo. O mago é a força que nos permite enfrentar o mundo através da concentração da força de vontade e do poder individual. Já a Grande Sacerdotisa é o lado negativo. Ela é o inconsciente misterioso. Ela fornece o terreno fértil em que ocorrem os eventos criativos. A Grande Sacerdotisa é nosso potencial não realizado, esperando por um princípio ativo para trazê-lo à expressão.

Os termos negativo e positivo não implicam em nenhuma forma os conceitos de "bem" e "mau". Essas são distinções humanas que não se aplicam ao Tarot. O Mago e a Grande Sacerdotisa são absolutamente iguais em valor e importância. Cada um é necessário para manter o balanço. Nós podemos enxergar o negativo, por exemplo, como nossa Sombra, mas pense que sem a Sombra, nós não poderíamos dizer o que é a luz, e sem um terreno para o potencial florescer, nós não podemos criar nada.

A Imperatriz (3)

À medida que o Louco vai crescendo, ele se torna cada vez mais consciente do ambiente à sua volta. Como a maioria dos bebês, ele primeiro reconhece sua mãe - a mulher quente e amorosa que o nutre (em um sentido maior e mais amplo que somente alimentação).

A Imperatriz representa o mundo da natureza e das sensações. Um bebê se deleita em explorar tudo o que ele toca, e tudo são sabores e cheiros novos pra ele. Ele não pode obter o suficiente das visões e sons que encantam seus sentidos. Nesse sentido, é natural deliciar-se com a abundante bondade da Mãe Terra que nos rodeia em seu apoio.

O Imperador (4)

A próxima pessoa que o Louco encontrada é o Pai, sob a figura do Imperador. Ele é o representante da estrutura e da autoridade. Quando o bebê deixa os braços de sua mãe, ele descobre que existem padrões a serem seguidos para seu mundo. Os objetos respondem de maneiras previsíveis que podem ser exploradas. A criança passa a experimentar um novo tipo de prazer, que é o de descobrir a ordem das coisas.

O Louco também encontrará regras. Ele descobre que sua vontade nem sempre é primordial e que há certos comportamentos necessários para seu bem-estar. Há pessoas em autoridade que o farão cumprir tais diretrizes. Essas restrições podem ser frustrantes no começo mas, através do direcionamento paciente do Pai, o Louco começa a entender o seu propósito no grande roteiro.

O Hierofante (5)

Eventualmente o Louco se aventurará para fora de sua casa, explorando o mundo mais amplo. Ele será exposto às crenças e tradições de sua cultura e começará sua educação formal. O Hierofante (ou o Papa) representa os sistemas de crença organizados que começam a cercar e trazer informações para a criança em crescimento.

O Hierofante também é alguém que representa o conhecimento arcano e os mistérios. Na carta, vemos uma figura religiosa abençoando dois acólitos. Talvez ele os esteja induzindo a fazer parte da Igreja. Embora essa imagem seja religiosa na maioria dos decks de Tarot, essa carta é um símbolo para iniciações de todos os tipos.

Aqui a criança é treinada em todas as práticas de sua sociedade e começa a se tornar parte de uma determinada cultura e visão de mundo. Ele aprende a se identificar com um grupo e descobre um senso de pertencimento. Ele gosta de aprender os costumes de sua sociedade, mostrando o quão bem ele pode se conformar a eles.

Os Enamorados (6)

Eventualmente o Louco enfrentará dois novos desafios. Ele começa a experimentar o poderoso desejo de união sexual com outra pessoa. Antes, ele era puramente egocêntrico. Agora, ele sente a tendência de equilíbrio, retratada na carta dos Enamorados, para alcançar e se tornar a outra metade de uma parceria amorosa. Essencialmente, ele anseia por relacionamentos.

O Tolo também precisa decidir sobre suas próprias crenças nesse momento. É normal ele se conformar com suas crenças enquanto ele aprende e cresce, no entanto em algum momento ele deverá ser verdadeiro consigo mesmo. Ele deve começar a questionar as opiniões recebidas e suas crenças.

A Carruagem (7)

No momento que o Louco se torna um adulto, ele possui uma forte identidade e um certo domínio sobre si mesmo. Através da disciplina e da força de vontade, ele desenvolveu um controle interno que lhe permite triunfar sobre o seu ambiente.

A carta da Carruagem (também chamada de O Carro) representa aqui o ego vigoroso que é o Louco se coroando com suas conquistas até agora. Na carta, nós vemos uma figura autoritariamente orgulhosa, cavalgando de forma vitoriosa através do seu mundo. Ele está em visível controle de si mesmo e de tudo que ele examina. Por enquanto, o sucesso agressivo é tudo o que ele poderia desejar, e ele sente uma certa auto-satisfação em se sentir assim. Esta é a fé segura da juventude.

A Força (8)

Com o passar do tempo, a vida apresenta ao Louco com novos desafios, alguns deles que causam sofrimento e desilusão. Ele vê várias ocasiões para se alinhar nas qualidades da Força. Ele é pressionado a desenvolver sua coragem e determinação e a encontrar a força que o fará continuar, à despeito dos contratempos que se sobrevierem.

O Louco também descobre os atributos silensiosos da paciência e da tolerância. Ele percebe que o comando do Carro da vida deve ser forjado pela bondade e pelo poder mais suave de uma abordagem amorosa. Às vezes as paixões intensas surgem, exatamente quando o o Louco pensava que tinha tudo, inclusive ele próprio, sob controle.

O Eremita (9)

Cedo ou tarde, o Louco é levado a se perguntar a pergunta mais velha da história da humanidade: "Por quê?". Ele se torna absorto pela busca de respostas, não para uma simples curiosidade, mas por uma necessidade profunda de descobrir por que as pessoas vivem, senão para sofrer e morrer. O Eremita representa a necessidade de encontrar uma verdade mais profunda para as coisas.

O Louco começa a olhar para dentro, tentando entender seus sentimentos e motivações. O mundo sensual perde a atratividade para ele, e este passa a buscar momentos de solidão longe da atividade frenética da sociedade. Com o tempo ele poderá procurar um mentor ou guia que possa lhe dar conselhos e direcionamentos.

A Roda da Fortuna (10)

Depois de uma extensiva busca pela alma, o Louco começa a ver como tudo está conectado no mundo. Ele passa a ter uma visão do enorme e maravilhoso desenho do mundo: seus intrincados padrões e ciclos. A Roda da Fortuna é um símbolo do universo misterioso, cujas partes trabalham juntas em harmonia. Quando o Louco vislumbra a beleza e a ordem do mundo, mesmo que de forma bastante breve, ele finalmente encontra algumas das respostas que ele tanto estava procurando.

As vezes, suas experiências parecem ser o trabalho paciente do destino. Um encontro casual ou uma ocorrência milagrosa dão início ao processo de mudança. O Louco pode até reconhecer seu destino na sequência de eventos que o levaram até este ponto de transição. Tendo sido solitário, ele se sente pronto para se movimentar e agir novamente. Sua perspectiva é mais ampla, e ele vê a si mesmo dentro de um esquema muito maior, de um planejamento universal. Seu senso de propósito é novamente restaurado.

A Justiça (11)

O Louco deve agora decidir o que esta visão significa para ele de forma pessoal. Ele olha para trás na sua vida em busca de traçar as relações de causa e efeito que o trouxeram a este ponto da vida. Ele assume a responsabilidade por suas ações passadas, corrigindo e fazendo as pazes com seu passado, de forma que ele possa garantir um caminho mais honesto para o futuro. As exigências da Justiça devem ser atendidas para que ele limpe a própria bagunça.

Este é um momento de decisão muito importante para o Louco. Ele está fazendo escolhas importantes sobre si mesmo. Ele irá permanecer fiel à seus ideais e objetivos ou ele irá escorregar de volta para uma existência mais fácil, mais inconsciente, que fecha qualquer possibilidade de crescimento?

O Enforcado (12)

Destemido, o Louco continua sua jornada. Ele está determinado a realizar sua visão, mas ele descobre que a vida não é tão facilmente domanda. Mais cedo ou mais tarde, ele encontra seu nemesis pessoal - uma experiência que parece ser muito difícil de suportar. Esse desafio esmagador o humilha até que ele não têm outra escolha a não ser desistir e deixar para lá.

Em um primeiro momento, o Louco se sente derrotado e perdido. Ele acredita ter sacrificado tudo que poderia ser possível, mas então, à partir das profundezas ele aprende uma verdade incrível: ele descobre que quando ele abandona sua luta pelo controle, tudo começa a funcionar como deveria. Ao tornar-se aberto e vulnerável, o Louco descobre o apoio milagroso de seu Eu Interior. Ele aprende a entregar-se a suas experiências, ao invés de combatê-las. Ele sente uma alegria surpreendente e começa à partir daí a fluir com a vida.

O Louco se sente suspenso em um momento atemporal, livre da urgência e da pressão. Na verdade, seu mundo foi virado de cabeça para baixo. O Louco é o Enforcado, aparentemente martirizado, mas na verdade sereno e em paz.

A Morte (13)

O Louco agora começa a eliminar velhos hábitos e abordagens desgastadas. ele corta da sua vida o que não é essencial porque ele aprecia o básico da vida. Ele vai além dos confins do mundo na medida que ele deixa para trás aspectos superados da sua vida. O processo pode parecer com a morte pois é a morte de seu Eu Familiar que permite o crescimento de um novo Eu. As vezes essa mudança implacável parece esmagar o Louco, mas eventualmente ele se levanta para descobrir que a morte não é um estado permanente. É simplesmente uma transição para um novo modo de vida mais gratificante.

A Temperança (14)

Desde que o Louco abraçou o arquétipo do Eremita, este têm balançado descontroladamente para frente e para trás em um pêndulo emocional. Agora, ele percebe a estabilidade de equilíbrio dinâmico da Temperança (14). Ele descobre o equilíbrio verdadiro. Ao experimentar os extremos na vida, ele passou a apreciar a moderação. O Louco combinou todos os aspectos de si mesmo em um todo centrado que brilha com saúde e bem-estar. Quão gracioso é o anjo nesta carta, em comparação com o poderoso (mas rígido) governante na carta da Carruagem? O Louco percorreu um longo caminho na realização da vida harmoniosa.

O Diabo (15)

O Louco agora têm a sua saúde, paz de espírito e uma compostura graciosa. O que ele mais poderia precisar? Em termos cotidianos, não muito, mas o Louco é corajoso e continua a perseguir os níveis mais profundos de seu ser. Ele logo se encontra face a face com o Diabo.

O Diabo não é uma figura malvada e sinistra que reside fora de nós. Pelo contrário, ele é o nó da ignorância e da desesperança que se aloja dentro de cada um de nós, em algum nível. As atrações sedutoras do mundo material nos ligam tão convincentemente que muitas vezes nem sequer percebemos a nossa escravidão para eles.

Vivemos numa limitada gama de experiências, desconhecendo o mundo glorioso que é nossa verdadeira herança. Os pares que aparecem nesta carta estão acorrentados mas complacentes do seu status. Eles poderiam se libertar tão facilmente, mas sequer compreendem sua própria escravidão. Eles se parecem com os Enamorados, mas não sabem que seu amor está circunscrito dentro de um estreito intervalo. O preço dessa ignorância é o núcleo mais interno do desespero.

A Torre (16)

Como pode o Louco se libertar do Diabo? ele pode eliminar sua influência? O Tolo só poderá encontrar libertação através da mudança súbida, representada pela Torre (16). A Torre é a fortaleza do ego que cada um de nós construiu em torno desse lindo núcleo interior que é a pessoa. Cinza, frio e rochoso, essa fortaleza parece proteger esse nosso núcleo interior, mas é na verdade uma prisão para o mesmo.

Às vezes, apenas uma crise monumental pode gerar poder suficiente para esmagar as paredes da Torre. Na carta, nós vemos uma brilhante descarga de um raio golpeando o edifício. Ele ejetou os ocupantes que parecem estar caindo para suas mortes. A coroa indica que eles já foram governantes orgulhosos, mas agora eles são hulmilhados por uma força ainda mais forte que eles.

O Louco pode precisar de um sacode extremamente severo se quiser se libertar, mas a revelação resultante faz com que a dolorosa experiência valha a pena. O desepero sem esperança é varrido para longe em um instante e a luz da verdade torna-se livre para brilhar.

A Estrela (17)

O Louco é, à partir daqui, envolto em uma calma serena. As belas imagens da Estrela atestam essa tranquilidade. A mulher retratada na carta está nua, sua alma não está mais escondida atrás de qualquer disfarce. As estrelas brilhantes brilham em um céu sem nuvens, que servem como um farol de esperança e inspiração.

O Louco é abençoado com uma confiança que substitui completamente as energias negativas do Diabo. Sua fé em si mesmo e no futuro é restaurada. Ele está cheio de alegria e seu único desejo é compartilhá-lo generosamente com o resto do mundo. Seu coração está aberto e seu amor derrama livremente. Esta paz após a tempestade é um momento mágico para o Louco.

A Lua (18)

Que efeito poderia estragar essa calma perfeita? Existe outro desafio para o Louco? Na verdade, é sua felicidade que o torna vulnerável às ilusões da Lua. A alegria do Louco é um estado emocional. Suas emoções positivas ainda não estão sujeitas à clareza mental. Em sua condição sonhadora, o Louco é suscetível à fantasia, à distorção e a uma imagem falsa de verdade.

A Lua estimula a imaginação criativa. Ela abre caminho para bizarros e belos pensamentos a borbulhar à partir do inconsciente, mas profundos medos e ansiedades também surgem. Essas experiências podem fazer com que o Louco se sinta perdido e perplexo.

O Sol (19)

É a clareza lúcida do Sol que dirige a imaginação do Louco. A luz do Sol brilha em todos os lugares escondidos. Ela dissipa as nuvens de confusão e medo. Ilumina, assim, o Louco que sente e compreende a bondade do mundo.

Agora, ele desfruta de entusiasmo e uma energia vibrante. A abertura que a Estrela proporcionou solidificou-se em uma garantia expansiva. O Louco é o bebê retratado nesta carta, cavalgando alegre para enfrentar um novo dia. O Louco sente uma vitalidade radiante e começa a se envolver em grandes empreendimentos à medida que que ele trás para si tudo o que ele precisa. Ele é finalmente capaz de perceber sua grandeza.

O Julgamento (20)

O Louco finalmente renasceu. Seu falso ego foi derramado, permitindo que seu Eu Radiante e verdadeiro se manifestasse. Ele descobriu que a alegria, não o medo, está no centro da vida.

O Louco se sente absolvido de tudo. Ele perdoa a si mesmo e aos outros, sabendo que seu verdadeiro Eu é puro e bom. Ele pode lamentar os erros passados, mas ele sabe que esses erros eram devido a sua ignorância de sua verdadeira natureza. Ele se sente finalmente limpo e revigorado, pronto para começar de novo.

Agora é tempo para o Louco fazer um Julgamento mais profundo sobre sua vida. Seu próprio dia de prestar contas chegou. Uma vez que agora ele se vê de forma verdadeira, ele pode tomar as decisões necessárias sobre seu futuro. Ele pode escolher agora sabiamente quais os valores a valorizar e quais descartar.

O anjo na carta é o Eu Superior do Louco chamando-o a se levantar e cumprir sua promessa. Ele descobre sua verdadeira vocação - sua razão para estar nesta vida. As dúvidas e hesitações desaparecem, e ele está pronto para seguir seu sonho.

O Mundo (21)

O Louco agora reentra no Mundo, mas desta vez com uma compreensão mais completa. Ele integrou todas as partes díspares de si mesmo e alcançou a unidade em si mesmo. Ele alcançou um novo nível de felicidade e satisfação.

O Louco experimenta a vida como completa e significativa. O futuro está cheio de promessas infinitas. Em linha com o seu Chamado Pessoal, ele se torna ativamente envolvido com o Mundo. Ele presta serviço compartilhando seus dons e talentos únicos e descobre que ele prospera em tudo o que ele experimenta. Isto porque ele age com uma certeza interior, e o mundo inteiro conspira para mostrar que seus esforços são recompensados. Suas realizações são muitas.

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A Jornada do Conhecimento

Portanto, no final, a Jornada do Louco não era tão louca depois de tudo. Através da perseverança e da honestidade, ele restabeleceu a coragem espontânea que o impeliu pela primeira vez em busca do Eu, mas agora se encontra plenamente consciente do seu lugar no mundo. Este ciclo é longo, mas, o Louco nunca irá parar de crescer. Em breve ele estará pronto para começar uma nova jornada que o levará a níveis cada vez maiores de compreensão de si mesmo e do mundo.

Conteúdo Correspondente